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22 agosto 2008

Pas-s-ages







fron



t eiras ( silenciação










( 3 tarde 3

tardes 3 terra de chão grão calado ( tri circu lar

alimento ( 6 olhos quilha 1

nave gar rio que ferve ouro que ferve larvar

( caldos de chuva maçãs temp erar

cheiro de fonte bicho de pirilampar )

eco volátil in cubo postigo

varro que varro

tender massas ama ss ar

con fiante en xuta in teira ex austa

rocas de linho madrinhas de fadas que invente

a in vent ar



( ja nelas de de cantar reza 1 feitiço 3

) dou-me dai-me ai

a serenidade

a memória das mãos

sopas de pedra gestos de flor na boca sais

manhã que creia tri pés madeiras dias tisnados

de sempre iguais



arran cai-me às trevas de ver



re colhei-me ( cerrada de olhos



acolai - me fria em xaile quente

a a prender-vos )( calai-me

) sopr ai-me gestos de flor anjos orações intermináveis

penedos mouras trombetas finais

revelai-me o mistério das sementes pequenas

soprai-me as raízes de línguas a vir

in suflai cega mente a luz da cegu eira

atai-me ao silêncio dos gritos finais










~






in~ ~pi

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