@ Dis-cursos






Translate



07 julho 2009

@ Dis-cursos em Viagem

Google Maps: Rota de carro para Nocera Umbra PG Italia





RotaLink: <http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=aeroporto+roma+fiumicino&daddr=nocera+umbra&geocode=&hl=pt-BR&mra=ls&sll=44.276671,11.348877&sspn=5.796699,12.601318&ie=UTF8&ll=42.621834,13.375854&spn=2.978868,6.300659&t=h&z=8>
Endereço de origem: Fiumicino ItalienEndereço de destino: Nocera Umbra PG Italien
Início em: Fiumicino Italien
1. Siga na direção noroeste na Viale di Porto em direção à Via Mizar - 1,3 km2. Vire à esquerda na Via delle Idrovore di Fiumicino - 1,9 km3. Vire à esquerda para permanecer na Via delle Idrovore di Fiumicino - 0,3 km4. Vire à esquerda na Viale di Coccia di Morto - 4,9 km5. Vire à esquerda na Viale del Lago di Traiano - 1,3 km6. Na rotatória, pegue a 2ª saída para a rampa de acesso à Via dell'Aeroporto di Fiumicino/SS296 - 0,3 km7. Pegue a Via dell'Aeroporto di Fiumicino/SS296 - 0,2 km8. Na Piazza Umberto Nobile, pegue a 1ª saída para a Via Alessandro Guidoni - 0,5 km9. Na Piazza dei Tredici Aviatori Caduti a Kindu, pegue a 1ª saída para pegar a rampa de acesso à Via Mario De Bernardi - 0,4 km10. Pegue a Via Mario De Bernardi - 0,4 km11. Continue na A91 - 11,5 km12. Pegue a saída em direção a Via Aurelia/SS1 - 1,4 km13. Pegue a A90 - 26,4 km14. Pegue a saída em direção a Via di Settebagni/SS4/Firenze/Rieti/Roma/E35/Salaria/A1/Roma Nord - 37 m15. Mantenha-se à esquerda na bifurcação, siga as placas para Pescara/Napoli/L'Aquila/A1/Teramo - 1,6 km16. Pegue a saída 10 para a A1dir/E35 em direção a Firenze/E45/A1 Estrada com pedágio em alguns trechos - 21,9 km17. Pegue a saída em direção a A1/E45 Estrada com pedágio - 0,3 km18. Mantenha-se à esquerda na bifurcação, siga as placas para Firenze/E45/A1 e pegue a A1/E45 Estrada com pedágio - 40,2 km19. Pegue a saída Orte em direção a SS204/Via Terni Estrada com pedágio em alguns trechos - 0,3 km20. Mantenha-se à esquerda na bifurcação, siga as placas para Orte/Viterbo - 33 m21. Vire à direita na SS204/Via Terni - 1,0 km22. Pegue a rampa de acesso para a SS675 - 31,1 km23. Continue na SS3/Strada Flaminia (placas para Spoleto) Continue na SS3 - 66,6 km24. Pegue a saída em direção a Nocera U. - 0,3 km25. Vire à esquerda na exSS3/Via Roma - 1,1 km26. Curva suave à direita para permanecer na exSS3/Via Roma Continue na exSS3 - 0,7 km27. Curva suave à direita na exSS3/Largo Felice Bisleri - 67 m
Chegar em: Nocera Umbra PG Italien


"Vou estar em casa dos meus pais. Sentir-se em casa é tudo de bom, vou verificar as montanhas, os ventos, os girassóis, andar pela velha ponte parrano, ver amigos e toda a família. Tarefa árdua de um mês. Tirar fotos, ler, comer pasta, tiramissu, experimentar os vinhos feitos pelo meu tio.
Andar a rever os trabalhos de Ticiano em Perugia, Vincenzo Giovannini, Luigi Serra, Farruffini, os clássicos e os modernos. Muito do que ver e falar, e reandar por este lugar que eu amo " Vou sentir saudades, não vou ter comunicação. Estarei do lados das montanhas, os apeninos, e um vento mais forte, nem tv, nem rádio, o que dizer de um celular. Vou estar neste lugar: veja o link, mar de um lado, mar do outro.


Vou sentir saudades,


bjs.

Paletas de cores

acrílico s/tela
120cm x140cm
JU Gioli

04 julho 2009

21 junho 2009

Modos de ver a Arte (Parte II)

Modos de Ver a Arte

Parte II

Por Sergio Fingermann






“As pinturas entram, por meio de diversos tipos de impressão e reprodução em todos os lugares.
A unicidade da obra se partiu.
Não estão mais somente nas igrejas, castelos, museus.
Chegam às nossas casas também.
As pinturas são vistas em contextos diferentes.
O significado das pinturas diversifica-se.
Fragmenta-se.


Para melhor compreendermos, poderíamos exemplificar assim:
Temos uma reprodução da Monalisa, de autoria de Leonardo da Vinci.
O quadro veio até nós graças à reprodução mecânica.
Está em nossa casa.
Se pudéssemos nos deslocar até Paris, no Museu do Louvre, para ver aquele
Original e assim descobrir o que falta à nossa reprodução, certamente nos
Colocaríamos algumas questões:

Falta qualidade (quais?) na reprodução em relação ao original?
O que nos impressiona frente ao original?
Onde está seu significado?
Será que o significado se deslocou?
Será que aquilo que a pintura da Monalisa diz deslocou-se para o que ela é?
Onde está a coisa da pintura?


Desde o Renascimento, por um longo processo, vimos surgir profissionais periféricos aos artistas e seus trabalhos.
Numa lenta evolução, elaboraram-se figuras como historiadores de arte, críticos, marchands, colecionadores, jornalistas, especuladores, curadores, etc ...; Formam-se também conselhos e sociedades amigas das instituições que guardam e escrevem a memória da arte.
Reivindicam para si participação importante e poder na cena artística.

A arte contemporânea é mal aprendida pelo público porque ele está perdido em meio aos diferentes tipos de atividades artísticas.
Com os instrumentos de que dispõe, formados na modernidade, aqueles pressupostos que tinha adquirido sobre a arte ( tais como: beleza, gosto, forma, etc.) já não dão conta da fruição da experiência que a arte contemporânea propõe.
Aquele público que foi educado, que foi instruído ( já há tanto tempo) nos valores culturais da modernidade, encontra-se desamparado.
Faltam-lhe critérios para exercer o juízo crítico em relação ao que lhe apresenta como arte.
Observa-se que, mesmo excluído da compreensão dos fenômenos artísticos esse público mostra fidelidade aos eventos.
A indústria cultural tem funcionado bem.

Na nossa sociedade há um culto da arte.
Ela é a religião do homem de hoje.
Em nossa sociedade, a proximidade com a arte define a posição cultural e associa-se a um princípio de desenvolvimento.
O público é incitado a considerar a arte como elemento indispensável na vida contemporânea.

Nossa sociedade tornou-se uma sociedade cultural.
O imperativo agora é ser “criativo” e “produzir arte”

Visitando as grandes mostras de arte contemporânea, museus, galerias, exposições temporárias, observa-se uma homogeneização de tendências, reduplicando modelos, repetindo artistas.

Os centro de arte perderam o respeito ao pluralismo das tendências, às diversidades de expressão.
O caráter das mostras não aponta para individualismos, mas, o seu oposto, um conformismo geral e amalgamado.

Nosso receio é de termos perdido toda medida, todo julgamento e todos os valores.
Será uma decadência?

Será que precisamos utilizar um modelo diferente do que usamos na modernidade, ( período que vai do Impressionismo às Vanguardas) para captar a realidade contemporânea?

Que ventos respiramos no presente?
Será que a experiência artística se constrói somente em sua própria autoridade?
Se for isso, ela está muito próxima da fé religiosa e pronta a servir às ditaduras políticas.

Há um vazio de conteúdos.
Confunde-se experiência com realização.
Uma arte que, algumas vezes, parece desprezar a cultura.
Uma arte que, algumas vezes, transforma o anti-humanismo em programa de ação.
Uma arte que, algumas vezes, responde ao vazio com o vazio.

Quais são as responsabilidades dos artistas?


Sergio Fingermann é artista plástico. Realizou recentemente exposição na Pinacoteca do Estado de São Paulo e no museu Nacional de Artes Plásticas. É autor dos livros: Fragmentos de um dia extenso (2001) e Elogio ao silêncio (2007), São Paulo: Editora Bei.
~~~~~~~~~~~~

18 junho 2009

Modos de ver

Modos de ver

sonia a. mascaro disse...
Gostei muito desta aquarela, Ju!Bjs.
17 de Junho de 2009 06:55

Selena Sartorelo disse...
Ju! Minha leitura é sempre interior, não sei se é isso que o artista pede ou também é isso que ele procura. Ou nada disso que ele quer. Apenas fazer, criar e apresentar. Mas falar da tua técnica,traços e cores, das tuas composições, uma leitura acadêmica é entendida, e acho que só poder ser feita por alguém que entenda realmente do assunto. Mas eu não. Eu! sou apaixonada pelos sentidos..tantos os dados, como os aprendidos, alguns outros eliminados ou resgatados e tantos sempre sabidos.Gosto da imagem quem gosta de mim, mesmo que não da minha melhor parte. Compôs arte, letra e pensamento, o som é sempre constante e cabe em todos esses momentos que ilustra e poema com tanto cuidado...e quando mudar sei, será outro ouvir...sempre é.Parei diante da tua tela e pensei..como alguém pode simplesmente não ver tudo o que aí tem? ou será que sou eu que enxergo mais do que foi dito e fico a inventar..não me prestaria a isso, odeio impressionar e principalmente equivocar meu limite e minha compreensão. Mas se falo esse montão é fato, em mim, para mim, é claro esse sentir intenso, ás vezes triste ..mas é amplo e sensível..Poxa!!! Se errei avisa...só estou observando mais nada além disso. beijos,Selena
17 de Junho de 2009 08:21

~pi disse...
memórias e labirintos[ por onde entro > saio,beijo~

~~~~~~

~~~~~~


Réplica: reflexões sobre os comentários expostos:

"A vida do olhar possui seus próprios caminhos. Nós insistimos. O olhar se volta. Persiste no ver, atrai, desloca e se vai. Tomamos consciência de outro olhar, e um novo percurso neste espelho é refletido. Saímos para o ar de outras palavras, elas ressoam sobre a página branca. Elas ocupam um espaço.
Li em algum lugar que cada palavra é uma pintura abstrata.
Uma superfície.
Um volume.

E esta parte visível das idéias se insinuam, como raízes das emoções que afloram, vêem por baixo, o olhar vê: visuais e lúcidos o cheiro fresco da tinta.

Emoções que vêem e se vê nos sentidos, deste que não explicamos, o sentir atravessa, transcende o ver ( pura metafísica)
.

O olhar é uma produção desta arqueologia de experiências, aqui entrelaçadas por universos, pelo que vemos em nosso caminho. Cada comunicado traz esse percurso, a expressão deste sentir.


JU Gioli
anotações e reflexões sobre os comentários das postagens.

16 junho 2009

Paletas de cores

Obrigado por todos os comentários, dos tertulianos novos
e mais amigos, que me fizeram sentir em casa.
JU gioli

@@@@@@ Blogs



Anotações diárias