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18 junho 2009

Modos de ver

Modos de ver

sonia a. mascaro disse...
Gostei muito desta aquarela, Ju!Bjs.
17 de Junho de 2009 06:55

Selena Sartorelo disse...
Ju! Minha leitura é sempre interior, não sei se é isso que o artista pede ou também é isso que ele procura. Ou nada disso que ele quer. Apenas fazer, criar e apresentar. Mas falar da tua técnica,traços e cores, das tuas composições, uma leitura acadêmica é entendida, e acho que só poder ser feita por alguém que entenda realmente do assunto. Mas eu não. Eu! sou apaixonada pelos sentidos..tantos os dados, como os aprendidos, alguns outros eliminados ou resgatados e tantos sempre sabidos.Gosto da imagem quem gosta de mim, mesmo que não da minha melhor parte. Compôs arte, letra e pensamento, o som é sempre constante e cabe em todos esses momentos que ilustra e poema com tanto cuidado...e quando mudar sei, será outro ouvir...sempre é.Parei diante da tua tela e pensei..como alguém pode simplesmente não ver tudo o que aí tem? ou será que sou eu que enxergo mais do que foi dito e fico a inventar..não me prestaria a isso, odeio impressionar e principalmente equivocar meu limite e minha compreensão. Mas se falo esse montão é fato, em mim, para mim, é claro esse sentir intenso, ás vezes triste ..mas é amplo e sensível..Poxa!!! Se errei avisa...só estou observando mais nada além disso. beijos,Selena
17 de Junho de 2009 08:21

~pi disse...
memórias e labirintos[ por onde entro > saio,beijo~

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Réplica: reflexões sobre os comentários expostos:

"A vida do olhar possui seus próprios caminhos. Nós insistimos. O olhar se volta. Persiste no ver, atrai, desloca e se vai. Tomamos consciência de outro olhar, e um novo percurso neste espelho é refletido. Saímos para o ar de outras palavras, elas ressoam sobre a página branca. Elas ocupam um espaço.
Li em algum lugar que cada palavra é uma pintura abstrata.
Uma superfície.
Um volume.

E esta parte visível das idéias se insinuam, como raízes das emoções que afloram, vêem por baixo, o olhar vê: visuais e lúcidos o cheiro fresco da tinta.

Emoções que vêem e se vê nos sentidos, deste que não explicamos, o sentir atravessa, transcende o ver ( pura metafísica)
.

O olhar é uma produção desta arqueologia de experiências, aqui entrelaçadas por universos, pelo que vemos em nosso caminho. Cada comunicado traz esse percurso, a expressão deste sentir.


JU Gioli
anotações e reflexões sobre os comentários das postagens.

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